Olha que bela ideia!
Ou melhor: seria uma bela ideia se não aparecessem, desde logo, meia duzia de "espertos" a desenvolverem o negócio de contrabando de passaportes!
Eu até diria mais, podia estar incluído no CU (cartão único).
Afinal, PUBLICAMENTE, são um número reduzido de pessoas que têm coragem de discriminar alguém.
Passaríamos a ter a nossa vida a descoberto o que seria muito bom. Não é só exibir as coisas "boas". Acabaria esta cobardia de exibir o que é bom e esconder o que é mau. Como estaríamos em igualdade de circunstancias ninguém criticaria ninguém. Mas mais importante de tudo é que cada um teria a possibilidade de escolher depois de conhecidas todas as conjunturas que actualmente as pessoas omitem e ludibriam.
Eu até concordo com a nossa privacidade mas se usada na pluralidade das coisas e não privacidade no que é mau e publico no que é bom.
Eh eh eh! foi a minha opinião relativamente às pessoas que assumem comportamentos diferentes conforme o que lhes é conveniente. Quem gosta de privacidade total a ela deveria ter direito.
Venha daí o passaporte que as impressões digitais estão prontas!
Pela essência do tema, pelas carências que nele vejo marearem e pela triste abordagem que fazem relativamente a sexo em grupo, sem sequer conhecerem a distinção entre os conceitos swing e orgia, destinei rabiscar uma discussão sobre swing. Sem conselhos tipo consultório para insipientes, sem exposições luxuriosos imerecidas de perfeição mas apenas uma meditação séria e sensata.
Quantos homens ou mulheres, enquanto membros de um casal, não congeminaram actos sexuais com parceiros divergentes. Enganem-se os homens que pensam que só a eles lhes pertence este devaneio. As mulheres aclamam, de igual forma, estas concepções. Aventuraria a exprimir que nenhum ou nenhuma jamais tenha encarado isto!
Alguma realidade legitimará a insídia que um dos membros do casal pratica quando atraiçoa a pessoa a quem designamos uma vida e a quem anunciamos amar para toda a vida?
Só subsistem duas determinações: ou residimos mal na pluralidade das conjunturas e partimos para outra ou ainda que tudo se detenha bem e não persistam muitas dificuldades, o sensualismo admite alguns percalços e, penso eu, não sendo impulsor de separação é-o de revitalização. Sim, porque apesar de se expressar em publico que tudo está bem, no seu intimo qualquer relação de alguns anos se torna insípida e sem criatividade. Quanto mais não seja pela curiosidade de apreciar outro parceiro. Mesmo estando tudo bem, cobiçamos algo sexualmente mais encantador. Não que não tenhamos o encanto ao nosso lado mas a curiosidade é o superior fascino.
Para mentes regressivas estimava que me aclarassem o que será pior: trair a pessoa que está connosco, falseando, correndo riscos de assolar uma vida, apossar-se de uma cobardia quando nega e omiti actos que perturbam o companheiro ou confidenciar assumidamente que ambos sentem necessidade de atentarem outros parceiros.
Adverso à traição e cobardia está a cumplicidade em debater assuntos como o sexo e divulgar claramente as indispensabilidades de cada um. Comunicar é sincero, camuflar é traiçoeiro. Para quem sente repugnância ou temor em exteriorizar esses desígnios mas os sente, uma vez na vida que tenha a audácia e virtude de dizer o que sente.
Para quem nunca sentiu o prazer sexual de uma busca em conjunto, que aventure e só depois comente. A todos que não alcançam divulgar esses desejos que desfraldem a mente e arrisquem. Estou certa que a outra parte saberá ouvir e explanar o tema.
O swing não é um acto sexual em si mesmo. É sim uma pesquisa imutável. É na procura que se ensaia o prazer. É no preparo dos encontros que o envolvimento sexual entre um casal se consegue inovar. Seleccionar a roupa, cuidar a imagem, prever a inquietação do momento, quem não aprova? A ansiedade é tal que, antecipadamente ao defronto, o prazer sexual entre um casal se amplifica de tal forma que a monotonia fenece, os anos na mesma companhia deixam de ser valorizados e as quimeras despontam por natureza. Quem foi o ou a swinger que, depois de ir a um clube ou a um encontro, resistiu até chegar a casa sem fazer amor com o ou a parceira, a sós?
Uma filosofia de vida, uma maneira de desfrutar prazeres explícitos e amar a pessoa que preferimos. Faz-se amor com o companheiro, a sós. Tem-se prazer libidinoso, EM CONJUNTO. A discrepância entre o nosso companheiro ou companheira e os outros é que amamos o nosso ou nossa companheira e tudo fazemos para nos e o satisfazer e os outros são apenas instrumentos para a nossa felicidade. Nunca esqueço que também participamos na felicidade dos outros, como instrumentos, sem qualquer desígnio ou contrapartida
De saltos altos, corpete de vinil e meias pretas onde as rendas delimitam as nádegas e as pernas, em cursos que circundam, numa postura imóvel ou invertida, num movimento de dança transitória, de forma elegante e graciosa sinto e ajusto-me a qualquer género musical, apreciando o teu olhar e o teu cheiro
A um determinado ritmo, movo o corpo no espaço e no tempo com posições e movimentos acrobáticos. Hipnotizo-te com a anca, domino o teu olhar atento e sequioso pelo acompanhamento. Projecto o tronco, balanceio a cabeça, componho gestos envolventes com os ombros e as mãos e obrigo-te a seguir, com o olhar, os meus percursos. Uso o varão como se fosses tu, manuseio o meu corpo. Paro, giro, apresso o passo, percorro o espaço até ti. Massajo o meu corpo no teu enquanto aprisiono o varão.
Rasteio sobre o chão em exercícios sincronizados. Liberto a sensualidade e cresce a auto estima. Alteio as pernas, liberto alguns dos recantos, desaperto o corpete que se detém nos seios permitindo-os espiar. Viro-me de costas, as minhas pernas balanceiam, o meu peito percebe o gélido chão, levanto a cabeça e observo-te. Levanto-me, abro o corpete e permito que desliza sobre o meu corpo terminando, imóvel, no chão.
Sento-te na cadeira, tapo-te os olhos, interajo contigo e não permito que faças o mesmo. Toco-te, beijo-te, rasgo-te a roupa e contentas-te com a provocação sem sequer me poderes tocar. Rodeio a tua cadeira, percorro o teu corpo com as minhas mãos.
Salto para o teu colo, circulo com as minhas mãos os teus cabelos, a tua face e o teu peito, percebo a tua exaltação e adrenalina. Não vejo o teu olhar mas sinto a musica e os movimentos delicados, atrevidos e sensuais que te impõem a explosão sensações.
Estou no teu colo. Que queres mais?
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